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	<title>Aline Fátima de Souza</title>
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	<description>Psicologia em Juiz de Fora. Atendimento presencial e online</description>
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	<title>Aline Fátima de Souza</title>
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		<title>O que meu MBTI tem a ver com a “folha de outono” da Macieira?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[aline]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 12:18:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Há exatamente um ano, decidi estabelecer um vínculo mais próximo da natureza. E isso tem a ver, puramente, com uma questão psicológica minha, de meu tipo psicológico. Vou explicar melhor&#8230;&#8230;]]></description>
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<p>Há exatamente um ano, decidi estabelecer um vínculo mais próximo da natureza. E isso tem a ver, puramente, com uma questão psicológica minha, de meu tipo psicológico. Vou explicar melhor&#8230;</p>



<p class="has-text-link-3-background-color has-background">Dentro da psicologia analítica, Jung desenvolveu os <em>Tipos Psicológicos</em>, que são definidos como: atitudes: introvertida ou extrovertida (direcionamento da energia psíquica); e as funções psicológicas (traços de personalidade): Pensamento e Sentimento (pares racionais – julgamento) e Sensação e Sentimento (pares irracionais – percepção).</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="401" height="358" src="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2026/04/mbti.jpg" alt="" class="wp-image-28318" srcset="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2026/04/mbti.jpg 401w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2026/04/mbti-300x268.jpg 300w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2026/04/mbti-370x330.jpg 370w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 401px" /></figure>
</div>


<p>Eu sempre incentivo aquelas pessoas que tem interesse em saber mais de si mesmas a descobrirem o seu tipo psicológico. Não que isso seja algo 100% absoluto. Porém, dá a você uma pista sobre suas características e de como funciona seus traços de personalidade nas suas relações, na sua vida de forma geral.</p>



<p class="has-bg-color-color has-text-link-2-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-elements-3a7df3132b0689c7603b551439810b64"><a href="https://www.16personalities.com/br/teste-de-personalidade" data-type="link" data-id="https://www.16personalities.com/br/teste-de-personalidade">Clique aqui e faça o seu teste!</a></p>



<details class="wp-block-details has-text-hover-2-color has-text-color has-link-color wp-elements-07cf3849b881b9b571a36248b08e3234 is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow"><summary><strong>Curiosidades:</strong> na cultura coreana é muito comum saberem o seu MBTI, porque isso faz com que saibam com que tipo de personalidade estão lidando nos relacionamentos de forma geral (trabalho, família, amoroso, amizade, etc.). Inclusive, essas quatro letras estão sempre aparecendo nos doramas.</summary>
<p></p>
</details>



<h4 class="wp-block-heading has-text-hover-2-color has-text-color has-link-color wp-elements-9440d93ea17922eb73a1ad172a2f7688"><strong>Por que fazer o seu MBTI?</strong></h4>



<p>Primeiro porque é incrível se autoconhecer, saber mais de você mesmo.</p>



<p>Segundo, você pode aprender um pouco a compreender o jeito da outra pessoa lidar. Algumas coisas começam a fazer sentido e assim, <strong>suas relações podem ter um ganho significativo</strong>. Você aprende a compreender que a pessoa age de “tal forma” que, às vezes, é tão diferente de você, por <strong>motivos psicológicos saudáveis</strong>: ou seja, <strong>a dinâmica psíquica daquela pessoa é assim</strong>,<strong> é o jeito dela ser!</strong> Você não vai mudá-la! Todavia, poderá ter uma compreensão sobre ela. São os traços que compõem àquela personalidade. Quer entender melhor? <strong>Vou dar um exemplo clássico:</strong></p>



<p class="has-bd-color-background-color has-background"><strong>Exemplo:</strong> Pense em um casal. Vamos supor que o homem tenha sua atitude mais introvertida e a mulher mais extrovertida. Isto significa que quem tem <strong>a atitude introvertida, terá a sua energia psíquica mais voltada para dentro</strong> (<em>aquela pessoa que <strong>curte mais o seu mundo interno</strong>: ficar em casa, sozinho, refletindo consigo mesmo, fantasiando, lendo um livro, vendo um filme, etc.);</em> já a <strong>extrovertida terá a sua energia psíquica mais voltada para fora</strong> (<em>aquela pessoa <strong>que curte mais o mundo externo</strong>: estar com outras pessoas, sair de casa, fazer parte de algum grupo, passear, viajar, dançar, etc</em>.).</p>



<p>O que não significa que um tipo de atitude não curta fazer as coisas que o outro faz. <strong>Estamos falando aqui de uma predominância, ok?</strong> Afinal de contas, o ideal é sabermos usar <strong>o caminho do meio.</strong></p>



<h4 class="wp-block-heading has-text-hover-2-color has-text-color has-link-color wp-elements-3605a0e7ea60e2aef206a1b857ca76fd"><strong>O que acontece na maioria das relações humanas?</strong></h4>



<p>O que pude perceber nas diversas relações que se passaram e vivencio em minha vida é que: <strong>quando estamos inconscientes de quem somos temos uma grande dificuldade de compreender como o outro é</strong>, o que o outro quer, por que ele quer daquela forma e você de outra; enfim, <strong>o jeito de ser de cada um tem a ver com a sua dinâmica psíquica</strong>. E isto muitas vezes, acaba seguindo um “roteiro diagnóstico próprio” que dificulta as relações: <strong>as ofensas</strong>. Não que não existam pessoas diagnosticadas por questões de saúde mental, mas percebo que há uma patologização das relações através de falas estigmatizadas. Estamos vulgarizando termos clínicos sem ter o diagnóstico. Ou seja, estamos patologizando a nossa dinâmica psíquica, algo que é uma característica nossa e muitas vezes está inconsciente.</p>



<p class="has-text-hover-2-color has-text-color has-link-color wp-elements-9fc00d12da1a2717646cbbb059f59518"><strong>E então, frequentemente ouvimos frases do tipo:</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-bd-color-background-color has-background has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Frase Coloquial/Esteriotipada</strong></td><td><strong>Termo Clínico &#8220;Vulgarizado&#8221;</strong></td><td><strong>O que a pessoa quer dizer (Sentido Real)</strong></td></tr><tr><td>&#8220;Nossa, o(a) Fulano(a) hoje está&nbsp;<strong>bipolar</strong>! Não consigo lidar com ele(a); parece ser de fases&#8230;&#8221;</td><td>Transtorno Bipolar</td><td>Instabilidade de humor ou temperamento difícil.</td></tr><tr><td>&#8220;Eu tenho&nbsp;<strong>TOC</strong>&nbsp;com meus livros, eles têm que ficar em ordem alfabética.&#8221;</td><td>Transtorno Obsessivo compulsivo</td><td>Organização, capricho ou perfeccionismo.</td></tr><tr><td>&#8220;Aquele filme me deixou em uma&nbsp;<strong>depressão</strong>&nbsp;profunda.&#8221;</td><td>Depressão Maior</td><td>Tristeza passageira, melancolia ou comoção.</td></tr><tr><td>&#8220;Fulano deu um&nbsp;<strong>surto psicótico</strong>&nbsp;só porque a internet caiu.&#8221;</td><td>Surto Psicótico</td><td>Ataque de raiva, impaciência ou exaltação.</td></tr><tr><td>&#8220;Fulano é meio&nbsp;<strong>autista</strong>, fica lá no canto dele e não fala com ninguém.&#8221;</td><td>Autismo (TEA)</td><td>Timidez, introversão ou introspecção.</td></tr><tr><td>&#8220;Cuidado com ela, é super <strong>narcisista</strong>, adora aparecer.&#8221;</td><td>Transtorno de Personalidade Narcisista</td><td>Vaidade, egocentrismo ou exibicionismo.</td></tr><tr><td>&#8220;Eu tenho muito&nbsp;<strong>déficit de atenção</strong>, não consigo ver um vídeo de 5 min.&#8221;</td><td>TDAH &#8211; Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade</td><td>Distração, tédio ou falta de foco momentânea.</td></tr><tr><td>&#8220;Ela terminou comigo por mensagem, que&nbsp;<strong>sociopata</strong>!&#8221;</td><td>Sociopatia</td><td>Frieza, falta de empatia ou insensibilidade social.</td></tr></tbody></table></figure>



<p class="has-text-link-2-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-2c69162cc2bd024983b864e4d0fbdc00"><strong>Que atire a primeira pedra quem nunca disse algo assim</strong>, </p>



<p>num momento de descontrole emocional, por exemplo: raiva, irritabilidade, ansiedade&#8230;E eu me incluo nisso. Todavia, hoje tenho mais consciência de me responsabilizar pelas coisas que falo. E por mais que em algum momento, eu cometa algum deslize na gramática ou como Freud dizia, caso <strong>eu tenha “um ato falho”,</strong> <strong><em>vamos analisar o que me fez sair dos trilhos e qual o símbolo meu inconsciente está querendo me comunicar sobre mim mesma, e não sobre o outro.</em></strong></p>



<p>Em vez de rotularmos o outro, o convite é usarmos a nossa energia para integrarmos o que está em nossa própria sombra.No final das contas, sempre tem a ver com a gente mesmo!</p>



<h4 class="wp-block-heading has-text-hover-2-color has-text-color has-link-color wp-elements-c5f6b5b5025ff0f069f5fb2369f8719e"><strong>Mas, e a macieira? O que tem a ver com o MBTI?</strong></h4>



<p>Dito tudo isto, <strong>quando eu descobri minha tipologia junguiana, não bastava apenas raciocinar sobre ela, era preciso compreendê-la. E isto é um exercício diário.</strong> Uma das coisas que trabalhamos muito na clínica junguiana é identificação da unilateralização psíquica. Quer dizer, a pessoa está polarizada numa função psíquica e temos quatro funções para desenvolvermos, como foi dito anteriormente. Por mais que uma delas seja predominante, haverá uma que ficará à <strong>Sombra</strong>: a função inferior – a que está inconsciente. <strong>E é esta que precisamos integrar, psiquicamente falando, com a função principal.</strong></p>



<p class="has-text-hover-2-color has-bd-color-background-color has-text-color has-background has-link-color has-medium-font-size wp-elements-cedf097b96ce4cd67d4deeccefa8d2c9"><strong>Resumindo: fazer a ponte entre consciente (ego) e inconsciente (sombra).</strong></p>



<p>Como minha atitude predominante é a introversão, segundo <strong>Marie-Louise von Franz</strong> (psicoterapeuta/ pesquisadora/escritora amiga de Jung), no seu livro: Psicoterapia/Ed. Paulus (2021), <strong>se eu quiser assimilar a minha função inferior (sensação)</strong> “&#8230;preciso [me] relacionar com objetos externos, tendo em mente, contudo que eles são simbólicos” (p.40).</p>



<p>A função sensação é função em que assimilamos a informação direto dos sentidos do corpo (olfato, tato, paladar, visão, audição). Quem tem esta função como a principal, significa que esta pessoa “têm os pés firmemente fincados ao chão e correspondem ao elemento terra [&#8230;]” (Zacharias, QUATI, 2003, p.16). <strong>Porém, lembre-se que esta é a minha função inferior, não é a principal. </strong>Mas o que eu precisaria fazer para integrar esta função sensação? Fazer algo que me conectasse externamente à terra. Foi aí que me veio uma grande inspiração: “será que se eu plantar a semente da maçã que acabei de comer, vai nascer uma linda macieira?” Foi então que no dia 01º de abril de 2025 (Isto não é mentira e posso provar 😉) eu plantei um pé de maçã. Ali começou a minha jornada da macieira. Uma forma simbólica de me relacionar com a minha função inferior. E tem sido incrível! Por isso, quero compartilhar com vocês um pouco deste relacionamento.</p>



<p>Veja abaixo a cronologia desta tarefa que me mantém conectada à terra (literalmente aterrada), e simbolicamente, faz movimentar o meu processo de individuação: a jornada da macieira!</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="772" height="483" src="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Completo.jpg" alt="" class="wp-image-28320" srcset="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Completo.jpg 772w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Completo-300x188.jpg 300w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Completo-768x480.jpg 768w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Completo-370x231.jpg 370w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Completo-410x257.jpg 410w" sizes="(max-width: 772px) 100vw, 772px" /></figure>



<p>Por isso, se você tiver interesse de saber mais sobre você, <strong>faça seu MBTI!</strong> Este <strong>teste é gratuito</strong> e você poderá ter acesso a um breve relatório apontando seu tipo de acordo com as respostas que você deu sobre si mesmo. Faça o seu (<a href="https://www.16personalities.com/br/teste-de-personalidade" data-type="link" data-id="https://www.16personalities.com/br/teste-de-personalidade">Teste de personalidade gratuito | 16Personalities)</a> e se quiser conversar comigo sobre o seu resultado, me procure! Será uma alegria te receber!</p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como é uma sessão de Psicoterapia Analítica (Junguiana)?</title>
		<link>https://alinefspsicologia.com.br/como-e-uma-sessao-de-psicoterapia-analitica-junguiana/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=como-e-uma-sessao-de-psicoterapia-analitica-junguiana</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[aline]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Mar 2026 11:51:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Amplificação de sonhos]]></category>
		<category><![CDATA[Arquétipo do Curador Ferido]]></category>
		<category><![CDATA[Consciente x Inconsciente]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista inicial gratuita]]></category>
		<category><![CDATA[individuação]]></category>
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		<category><![CDATA[Psicologia Analítica]]></category>
		<category><![CDATA[Sessão de psicoterapia]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;Por que Jung? A diferença entre conversar e navegar.&#8221; A psicologia se popularizou tanto neste século que hoje o medo de ser julgado por fazer terapia quase desapareceu. Houve um&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-bd-color-background-color has-background"><em>&#8220;Por que Jung? A diferença entre conversar e navegar.&#8221;</em></p>
</blockquote>



<p>A psicologia se popularizou tanto neste século que hoje o medo de ser julgado por fazer terapia quase desapareceu. Houve um tempo em que isso era visto como &#8216;loucura&#8217; — e sim, eu vivi esse tempo</p>



<p>Mas hoje, tornou-se <strong>sinônimo de </strong><em><strong>consciência de si mesmo</strong>, </em>ou melhor, <em><strong>prevenção de saúde psíquica e física</strong>. </em>Está certo falar que a maior parte das pessoas que procuram uma psicóloga clínica é devido a um <strong>grande sofrimento</strong>. Bom seria se todos que nos procurassem chegassem com um objetivo de <strong>autoconhecimento.</strong> Sabemos que esse caminho não é o mais trilhado. No entanto, <strong>este caminho acaba sendo trilhado</strong> durante o processo psicoterápico. É inevitável.</p>



<p>Por isso, não importa o motivo que tenha levado a pessoa a procurar uma psicóloga. O que importa é o <strong>processo que esse encontro leva a pessoa a trilhar&#8230;</strong></p>



<p>No Brasil, a Psicologia abrange diversas abordagens: Psicologia Analítica (Junguiana); Psicanálise; Humanista; Gestalt; Análise Comportamental; Terapia Cognitivo Comportamental; Psicologia Positiva). Nas quais, <strong>cada profissional escolhe a sua técnica</strong> conforme a sua abordagem. <strong>E isso faz toda a diferença na forma como o processo psicoterápico é conduzido.</strong></p>



<p class="has-bd-color-background-color has-background">O meu objetivo aqui é falar sobre a Psicoterapia Analítica de Carl Gustav Jung.</p>



<p class="has-medium-font-size"><strong><a href="https://www.instagram.com/p/DVwKha4Dgn5/?utm_source=ig_web_copy_link&amp;igsh=MzRlODBiNWFlZA==">A Metáfora da Ilha e do Grande Mar</a></strong></p>



<p>Para entender como eu trabalho, convido-te a imaginar uma metáfora: Imagine que a tua consciência (aquilo que você sabe sobre si mesmo) é uma <strong>pequena Ilha</strong>. À volta dessa ilha, existe um <strong>Grande Mar</strong>, imenso e profundo, que representa o teu <strong>Inconsciente</strong>. Muitas vezes, sentimo-nos &#8220;ilhados&#8221; nos nossos problemas, sem perceber que as respostas estão mergulhadas nesse mar. O meu papel é ajudar-te a construir um <strong>Barco</strong> para navegarmos juntos.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="572" src="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2026/03/foto-principal-1024x572.png" alt="" class="wp-image-28306" srcset="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2026/03/foto-principal-1024x572.png 1024w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2026/03/foto-principal-300x167.png 300w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2026/03/foto-principal-768x429.png 768w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2026/03/foto-principal-1536x857.png 1536w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2026/03/foto-principal-2048x1143.png 2048w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2026/03/foto-principal-370x207.png 370w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2026/03/foto-principal-410x229.png 410w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2026/03/foto-principal-840x469.png 840w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2026/03/foto-principal-270x152.png 270w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="has-bd-color-background-color has-background"><strong>O Primeiro Passo: Preparando a Viagem (A parte prática)</strong></p>



<p>Antes de içarmos as velas, precisamos de um plano. Muita gente pergunta: <em>&#8220;<strong>Mas como é que isso começa de verdade?&#8221;</strong></em>. É aqui que entra a parte prática e ética:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>A Entrevista Inicial:</strong> Tudo começa com uma conversa. É o momento de nos conhecermos e vermos se existe uma conexão entre nós para realizarmos este trabalho. É o que Jung chamou de transferência e aqui podemos também usar <strong>&#8220;coniunctio&#8221;</strong> (união química), onde analista e analisando são como duas substâncias que, ao entrarem em contato, modificam-se mutuamente. O analista não é uma &#8220;tela em branco&#8221;, mas um <strong>coparticipante</strong> no processo, cuja própria personalidade é um instrumento terapêutico.</li>



<li><strong>O Contrato e o &#8220;Setting&#8221;:</strong> Se decidirmos seguir em frente, estabelecemos um acordo claro: horários, frequência das sessões e valores. Isso garante que a nossa &#8220;viagem&#8221; tenha segurança e respeito mútuo, seguindo sempre as normas éticas do Conselho de Psicologia.</li>



<li><strong>A Sessão:</strong> Cada encontro dura cerca de 50 minutos. É um espaço sagrado e sigiloso, focado inteiramente em você.</li>
</ol>



<p class="has-bd-color-background-color has-background"><strong>Como navegamos durante a sessão?</strong>🛋️✨</p>



<p>O trabalho acontece através do diálogo e da escuta clínica. Na Psicologia Analítica, não ficamos apenas na superfície dos fatos. Nós procuramos a <strong>ponte</strong> entre o teu Ego (a ilha) e o teu Inconsciente (o mar). 🧭🔦)⛵</p>



<p>Fazemos isso através de:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Análise de Sonhos:</strong> Não como uma adivinhação, mas como uma forma de entender as mensagens que a sua alma envia.</li>



<li><strong>Amplificação:</strong> Diferente de outras técnicas, como a associação livre freudiana por não se afastar do símbolo (o sonho), mas sim buscar paralelos na mitologia, artes e religião para dar contorno e significado à imagem onírica. Se sonhas com um leão, procuramos o que o &#8220;leão&#8221; significa para você, e depois podemos ampliar, na mitologia, na arte, nos contos, na religião, em suma, para dar contorno e significado à imagem.  </li>



<li><strong>Expressão do dia-a-dia:</strong> Analisamos os seus relacionamentos, o seu trabalho e as suas reações emocionais como pistas para o seu processo de<mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-bd-color-color"> <strong><a href="https://www.instagram.com/reel/DVzBRONATvo/?utm_source=ig_web_copy_link&amp;igsh=MzRlODBiNWFlZA==">Individuação</a></strong></mark> (o tornar-te quem tu realmente és). Este processo não é apenas um &#8220;desabrochar&#8221; pacífico, mas muitas vezes um <strong>&#8220;vigoroso conflito entre opostos&#8221;</strong>, comparado ao jogo do martelo e da bigorna, onde a consciência é forjada através da tensão.</li>
</ul>



<p class="has-bd-color-background-color has-background"><strong>O Curador Ferido: Por que eu amo este trabalho?</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="245" height="262" src="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2026/03/lili-1.jpg" alt="" class="wp-image-28309"/></figure>
</div>


<p>Como psicóloga, posso dizer que sou fascinada pela transformação humana. Acredito profundamente que <strong>aquilo que nos adoece é também o que nos pode curar</strong>. No meu próprio processo pessoal, aprendi que encarar as nossas feridas — sejam elas físicas ou emocionais — é o que nos torna prontos para viver a vida plenamente.  Se houver uma entrega legítima ao processo, a transformação acontece. E ver uma pessoa pronta para retornar ao mundo, navegando o seu próprio barco com confiança, é o que dá sentido ao meu trabalho feito com amor. </p>



<p><strong>Estás pronto para dar uma volta neste barco comigo?</strong></p>



<p class="has-bd-color-background-color has-background has-medium-font-size"><strong>⚓ Vamos conversar?</strong>📩</p>



<p>Se sentiu um chamado para esta jornada, mas ainda tem dúvida de como funciona, eu ofereço uma <strong>entrevista inicial gratuita</strong>. Nesta conversa de aproximadamente 20 minutos, poderemos falar sobre as suas necessidades e explicar-te melhor como a análise junguiana pode te ajudar. Sem pressão, apenas um espaço para nos conhecermos.</p>



<p></p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O que a ansiedade e a &#8220;Tolerância Zero&#8221; têm em comum? ☕💥</title>
		<link>https://alinefspsicologia.com.br/o-que-a-ansiedade-e-a-tolerancia-zero-tem-em-comum-%e2%98%95%f0%9f%92%a5/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-que-a-ansiedade-e-a-tolerancia-zero-tem-em-comum-%25e2%2598%2595%25f0%259f%2592%25a5</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[aline]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2026 23:24:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Ansiedade Social]]></category>
		<category><![CDATA[Consciente x Inconsciente]]></category>
		<category><![CDATA[Jung]]></category>
		<category><![CDATA[Persona]]></category>
		<category><![CDATA[Sombra]]></category>
		<category><![CDATA[Tolerância Zero]]></category>
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					<description><![CDATA[Quem não se lembra do Sr. Saraiva e seu clássico jargão: &#8220;Pergunta idiota, tolerância zero!&#8221;? Embora o personagem nos fizesse rir, ele é o exemplo perfeito de algo que estudamos&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quem não se lembra do Sr. Saraiva e seu clássico jargão: &#8220;Pergunta idiota, tolerância zero!&#8221;? Embora o personagem nos fizesse rir, ele é o exemplo perfeito de algo que estudamos profundamente na psicologia junguiana: a <strong>Sombra</strong>.</p>



<figure class="wp-block-gallery alignleft has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="329" height="187" data-id="28301" src="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Sariva-1.jpg" alt="" class="wp-image-28301" srcset="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Sariva-1.jpg 329w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Sariva-1-300x171.jpg 300w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Sariva-1-270x152.jpg 270w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 329px" /></figure>
</div></figure>



<p>Muitas vezes, nossa dificuldade em lidar com o outro — ou o medo excessivo do que pensam de nós — é apenas um reflexo do que ainda não olhamos dentro de nós mesmos. <strong>Quando não temos consciência do que ocultamos, o prejuízo é maior,</strong> pois esses conteúdos se tornam &#8220;complexos autônomos&#8221; que assumem o controle nos momentos de estresse. </p>



<p class="has-bd-color-background-color has-background">👉 O quanto da sua irritação com o mundo é, na verdade, uma projeção de algo que você não aceita em si? 👉 Você está vivendo no &#8220;modo automático&#8221; ou já parou para entender quem é você nesse mundo?              👉 Como anda a sua Persona (sua máscara social) e o que ela está tentando esconder?</p>



<p>O mergulho no autoconhecimento serve para levantar esse véu e integrar essas partes, transformando a &#8220;tolerância zero&#8221; em compreensão e equilíbrio.</p>



<p><strong>Olhando para a imagem da moça no topo</strong> e para o icônico Sr. Saraiva, você diria que eles são parecidos? À primeira vista, não. Mas a psicologia junguiana nos revela que eles podem estar sofrendo do mesmo mal: a <strong>desconexão com o próprio mundo interior.</strong></p>



<p>Enquanto a moça sofre com a <strong>ansiedade social</strong>, paralisada pelo medo do que os outros pensam dela, o Sr. Saraiva manifesta sua dor através da <strong>agressividade e da intolerância</strong>.</p>



<p class="has-text-hover-2-color has-bd-color-background-color has-text-color has-background has-link-color has-large-font-size wp-elements-e6b907fff3b4a4ca0164f5ce37b04305"><strong>Por que isso acontece?</strong></p>



<ol start="1" class="wp-block-list">
<li><strong>A Fragilidade da Persona:</strong> Ambos tentam manter uma máscara social (Persona). Ela tenta ser &#8220;perfeita&#8221; para não ser julgada; ele tenta ser o &#8220;homem culto e civilizado&#8221;.</li>



<li><strong>O Domínio da Sombra:</strong> Quando não olhamos para nossas inseguranças, elas se tornam &#8220;complexos autônomos&#8221;. Na moça, a sombra grita: &#8220;você não é boa o suficiente&#8221;. No Saraiva, a sombra explode em: &#8220;pergunta idiota, tolerância zero!&#8221;.</li>



<li><strong>A Projeção como Defesa:</strong> O Saraiva não suportava a &#8220;burrice&#8221; alheia porque, no fundo, projetava nos outros seu próprio medo de perder o controle ou parecer ignorante. Da mesma forma, quando nos preocupamos demais com o julgamento alheio, estamos apenas projetando o que nós mesmos pensamos sobre nós.</li>
</ol>



<p><strong>O convite da psicoterapia junguiana</strong> é mergulhar para além dessa máscara. Quando tomamos consciência do que ocultamos, o prejuízo emocional é muito menor.</p>



<p>Seja pela timidez ou pela explosão, o excesso de reação ao &#8220;mundo lá fora&#8221; é sempre um sinal de que algo precisa ser cuidado &#8220;aqui dentro&#8221;.</p>



<p><strong>E você, tende a reagir como a moça (se encolhendo) ou como o Saraiva (explodindo) quando se sente pressionado?</strong></p>



<p class="has-text-dark-color has-bd-color-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-elements-40f503c745b68bcba3d7753a399e06ed"><strong>“Quando se tem consciência daquilo que se oculta ,</strong><strong>o prejuízo é evidentemente menor do que quando não se sabe </strong><strong>que se está recalcando e o que se recalca. Nesse último caso, o conteúdo secreto já não é conscientemente encoberto, </strong><strong>mas é oculto até perante si mesmo; </strong><strong>separa-se da consciência na forma de um complexo autônomo&#8230;”</strong></p>



<p class="has-text-dark-color has-bd-color-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-elements-046db4ab6f8defc4efe5fb30080700a9"><strong>(parágrafo</strong><strong>130 &#8211; O.C. 16/01 A prática da psicoterapia &#8211; JUNG).</strong></p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Kang Tae-poong: Como o trabalho salvou o herói de &#8216;Typhoon Family&#8217; (e o que Jung tem a ver com isso)</title>
		<link>https://alinefspsicologia.com.br/kang-tae-poong-como-o-trabalho-salvou-o-heroi-de-typhoon-family-e-o-que-jung-tem-a-ver-com-isso/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=kang-tae-poong-como-o-trabalho-salvou-o-heroi-de-typhoon-family-e-o-que-jung-tem-a-ver-com-isso</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[aline]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Jan 2026 14:22:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Anima]]></category>
		<category><![CDATA[Arquétipo do herói]]></category>
		<category><![CDATA[Arquétipo paterno e materno]]></category>
		<category><![CDATA[complexo materno]]></category>
		<category><![CDATA[complexo paterno]]></category>
		<category><![CDATA[Consciente x Inconsciente]]></category>
		<category><![CDATA[Coreia do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Oriental]]></category>
		<category><![CDATA[Doramas]]></category>
		<category><![CDATA[feminicídio]]></category>
		<category><![CDATA[inocência]]></category>
		<category><![CDATA[Jung]]></category>
		<category><![CDATA[Kan Tae-poong]]></category>
		<category><![CDATA[puer aeternus]]></category>
		<category><![CDATA[Sombra]]></category>
		<category><![CDATA[Typhoon Family]]></category>
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					<description><![CDATA[Antes de falar do herói de Typhoon Family quero mostrar como se deu a minha jornada com tal cultura oriental. As produções coreanas, em especial, são mestras em retratar o&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Antes de falar do herói de Typhoon Family quero mostrar como se deu a minha jornada com tal cultura oriental. As produções coreanas, em especial, são mestras em retratar o que Jung chamava de <strong>&#8220;mundo interior&#8221;</strong>. Elas não focam apenas na ação, mas na jornada da alma, no trauma, na resiliência e, principalmente, nas relações humanas. Talvez, seja por isso que estejam fazendo tanto sucesso no Brasil. É bem diferente das produções ocidentais que estamos acostumados. Não que estas deixam a desejar; pelo contrário. O que ocorre é que as produções coreanas tocam em algo, que até então, <strong>parecia estar inconsciente para nós ocidentais</strong>. Não tem como negar que esteja ocorrendo um fascínio e uma identificação geral com tal cultura. </p>



<p>“Falo por mim também. Já assisti à várias séries e filmes e acho muito interessante a forma como eles abordam os sentimentos, a vida e o respeito que há nos processos psíquicos mais profundos. Há uma verdade e um cuidado na forma como eles tratam dessas questões. <strong>Nos convidam a um lugar filosófico e psicologicamente profundo.</strong> Mas também, como qualquer país do Planeta Terra eles têm suas idiossincrasias, seus problemas. Algo que sempre me assusta muito em tal cultura é o bullying relatado nessas histórias e o consentimento da grande maioria dos adultos inseridos naquele contexto escolar, e às vezes, fora também. E isso acaba se refletindo, futuramente, nas relações de poder no mundo do trabalho. Não vou aqui fazer juízo de valor sobre o tema porque é sabido que há questões culturais envolvidas aqui, muito diferentes do Brasil, e o nosso Brasil também tem suas questões polêmicas. Mas é algo que sempre me choca nas produções.”</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="156" height="208" src="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2026/01/parasita-1.jpg" alt="" class="wp-image-28277"/></figure>
</div>


<p>Recordo-me que relutei para assistir ao filme<strong>, O parasita (2019)</strong>. Este foi um contato inicial com tal arte desta cultura. Confesso que havia ali um preconceito do tipo: “<em>Obra coreana?! Ah! não quero assistir.</em>” Porém, ao dar uma chance deixando de lado o meu complexo de superioridade, de achar que o outro desconhecido não é tão bonito quanto ao que conheço, fui assistir e então, foi possível descobrir o porquê, <strong>merecidamente, ganharam o Oscar, em 2020</strong>. Foi um belo de um soco no estômago. E isso se repete em várias obras coreanas que já assisti. Há sempre uma questão moral muito forte exposta; <strong>que deve ser pensada, refletida, digerida e elaborada</strong>. Não é muito do feitio da forma como as coisas ocorrem por aqui na América Latina. Aqui parece ter mais uma predominância voltada para o corpo e o movimento (extroversão), e lá parece ter um foco maior nas questões da Alma, na introspecção. Claro que isso não é uma regra geral. Isso é uma percepção geral da minha visão, restrita ao meu campo subjetivo assistindo à algumas obras. Sinceramente, eu ainda não sei direito o que é isso. <strong>Só sei que é muito diferente daqui e por isso, é fascinante esse desconhecido. É diferente!</strong></p>



<div class="wp-block-cover is-light"><img loading="lazy" decoding="async" width="461" height="297" class="wp-block-cover__image-background wp-image-28279 size-full" alt="" src="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2026/01/fenix_gemini_clara.jpg" data-object-fit="cover" srcset="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2026/01/fenix_gemini_clara.jpg 461w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2026/01/fenix_gemini_clara-300x193.jpg 300w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2026/01/fenix_gemini_clara-370x238.jpg 370w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2026/01/fenix_gemini_clara-410x264.jpg 410w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 461px" /><span aria-hidden="true" class="wp-block-cover__background has-background-dim" style="background-color:#d7bb9b"></span><div class="wp-block-cover__inner-container is-layout-flow wp-block-cover-is-layout-flow">
<p class="has-text-align-center has-text-hover-2-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-7f67cd35b582dc805d626cf3e3832ef9">Não sei se é um consenso geral, mas esses diretores coreanos sabem mexer com as nossas emoções mais profundas (instintuais) e <strong>nos deixam indignados com essas histórias traumáticas.</strong> Que atire a primeira pedra quem nunca sentiu raiva, tristeza ou nojo devido às enormes injustiças abordadas nestas histórias. Todavia, após as personagens, praticamente “morrerem por dentro e quase que por fora também”, pois o <strong>ego fica dilacerado;</strong> no final da trama, elas renascem como uma <strong>fênix, plena e curada</strong>. Você sente até um vazio no final da série. Engraçado, não é?  Acabam-se as lutas. E tem-se a vitória. Mas que não deixa de ter muitas marcas de dor e sofrimento,<strong> mas que foram transformados</strong>.</p>
</div></div>



<p>A superação não é sobre voltar ao que éramos antes do fogo, mas sobre recolher as cinzas e permitir que elas formem alguém mais consciente. Assim como a fênix, a alma não se cura esquecendo a dor, mas transformando-a em asas</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="236" height="133" src="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2026/01/foto_tae_triste.jpg" alt="" class="wp-image-28280"/></figure>
</div>


<p>E nesse contexto <strong>surge o herói, Kang Tae-poong</strong>, interpretado pelo competente <strong>Lee Jun-ho da série: Typhoon Family.</strong> Como uma aventura, Typhoon se inicia com uma situação de necessidade. Em plena crise financeira de 1977, um filho despreocupado herda a empresa em apuros do pai e se vê forçado a aprender a ser chefe e amadurecer.</p>



<p>O que se vê nesta personagem? Algo fundamental que todo ser humano deveria ter desde o nascimento: <strong>o verdadeiro cuidado consigo mesmo e com o outro.</strong> Tae-poong foi criado com muito amor pelos pais e aprendeu o significado do amor. Ele amava seu pai e tinha caráter. Apesar de a história não focar, diretamente, no relacionamento deles, o pai e o filho na adolescência, fase mais comum de afastamento, percebe-se que eles se distanciaram por algo não falado, o que ficou de arrependimento para o filho não ter se expressado como se sentia, verdadeiramente, antes da morte do progenitor.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="203" height="170" src="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2026/01/tae_pai.jpg" alt="" class="wp-image-28281"/></figure>
</div>


<p>E Tae-poong com seu jeito leve e descontraído, muitas vezes<strong> ingênuo</strong> sim, como uma boa história de herói, <strong>conseguiu vencer a si mesmo e ao mundo externo</strong>. É extremamente bela a forma como ele consegue resolver problemas sempre pensando no melhor das pessoas. Ele não desiste de ninguém. Tae-poong usa sua sensibilidade para amparar o fraco, demonstrando uma maturidade que <strong>transcende o arquétipo do jovem irresponsável</strong>.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="251" height="170" src="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2026/01/tae_mae.jpg" alt="" class="wp-image-28282"/></figure>
</div>


<p>Pela visão da <strong>psicologia analítica junguiana</strong> é nítida a influência de sua estrutura familiar: pai e mãe. Ele não deixava de passar por grandes desafios sem se transformar, e sem deixar de transformar o outro. Ele galgou seu sentido de pertencimento à equipe e conquistou o seu espaço como líder nato. <strong>Ele tinha autoestima</strong>!<strong> Tornou-se um homem com honra e dignidade, </strong>que sabe o certo e o errado. Ele identifica o fraco e o ampara; não o derruba. O que denota um <strong>arquétipo paterno bem sucedido</strong>. Além disso, muito generoso e afetuoso, principalmente, respeitoso, com as mulheres. <strong>Um homem de bem com sua anima (o lado feminino e sensível na psique do homem)</strong>. Algo mais raro nos dias atuais, em que se vê muitas notícias de feminicídio.  (<em>Na psicologia junguiana, a anima representa o componente feminino na psique masculina, sendo a ponte para o inconsciente e o princípio de Eros. O homem consciente de sua anima mantém um vínculo de respeito e amor para com a &#8220;terra&#8221; e o feminino, o que o afasta de comportamentos destrutivos ou possessivos</em>).</p>



<p class="has-text-link-3-background-color has-background"><strong>Inicialmente</strong>, Tae-poong era conhecido como o filho de Kang Jin-young. Era um nome que carregava valor aonde quer que ele pisasse. E com o tempo, ele mesmo foi construindo o seu <strong>caminho como um herói legítimo</strong>, com isso, ele finaliza a sua jornada com o seu nome como <strong>CEO da Typhoon Family</strong>. Ele conquista a sua jornada. O seu processo de individuação não termina ali, mas ele conquista a si mesmo. Na Psicologia Analítica, uma relação positiva com o pai facilita a adaptação ao mundo exterior e o desenvolvimento da <strong>persona</strong> e da <strong>vontade.</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="238" height="130" src="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2026/01/foto_tae_pyo.jpg" alt="" class="wp-image-28283"/></figure>
</div>


<p>Já o seu rival, era o seu oposto, <strong>Pyo Hyeon-jun</strong> (<em>Puer-aeuternus</em>:<em> aquele que se recusa a crescer, o &#8216;eterno adolescente&#8217;</em>). Podemos até dizer que Pyo carrega aspectos da sombra de Tae-poong e vice-versa. <strong>A sombra</strong> contém os instintos e traços que o ego rejeita. O ódio e a inveja de Pyo, alimentados por um complexo paterno negativo (<em>um pai que o despreza e usa meios ilícitos)</em>, exemplificam como a <strong>sombra não integrada</strong> pode dominar a personalidade e levar a ações alucinadas. Tae não sabia lidar muito bem com o lado desumano de Pyo. Em muitos episódios Tae acaba quase perdendo tudo, até a própria vida ou de sua amada,</p>



<figure class="wp-block-image alignwide size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="167" src="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2026/01/foto_tae_amada.jpg" alt="" class="wp-image-28284"/></figure>



<p> por tamanha ingenuidade ao lidar com o mal contido em seu inimigo declarado; <strong>desprezando assim, o próprio mal em si mesmo e o colocando sempre em constante perigo</strong>. <strong>A necessidade de combater esse mal destrutivo é de todos nós! </strong>Claro que ele não faria como o seu arquirrival. Mas na própria jornada da história, em alguns momentos Tae precisa de aprender a usar de artifícios “parecidos” com os de seu rival para poder não ser derrotado. <strong>Veja bem</strong>: Tae não fazia mal algum a Pyo. Quando ele aprende que precisa lidar com Pyo de forma diferente, <strong>ele aprende a integrar sua agressividade e não perder a luta insana que vivia</strong>.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="279" height="174" src="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2026/01/tae_inocente-1.jpg" alt="" class="wp-image-28286"/></figure>
</div>


<p>Essa <strong>&#8220;inocência&#8221;</strong> é comum em figuras arquetípicas da juventude, mas que o contato com a realidade é necessário para que a consciência se fortaleça e o indivíduo saia do &#8220;paraíso da infância&#8221;. Pyo odiava Tae por tudo. O “jeito Tae” de ser, pura e simplesmente, era algo insuportável para Pyo. Este era rico e seu pai também empresário, muito bem-sucedido, principalmente, por meios ilícitos, o que já demonstra um <strong>complexo paterno negativo </strong>por si só. O pai dele chega a expressar algo mais ou menos assim: <em>“meu filho Pyo, você é isso que tenho. Eu queria ter tido um filho como Tae.” </em>Isso claro, <strong>ativa o complexo de ódio mais profundo em Pyo</strong> que acaba sendo <strong>dominado pelo seu inconsciente</strong> e agindo de forma alucinada gerando problemas incalculáveis.</p>



<p>Mas como toda obra coreana, sofremos muito do primeiro ao último episódio, claro com pequenas vitórias ao longo do caminho; e nos minutos finais vemos a personagem principal conquistar sua jornada de forma auspiciosa.</p>



<p class="has-text-link-3-background-color has-background">Segundo Marie-Louise von Franz, o trabalho regular e a responsabilidade são os principais remédios para que o homem <strong>se desligue do complexo materno e &#8220;pouse&#8221; na realidade</strong>. O fato de Tae-poong assumir a empresa do pai no meio de uma crise é o catalisador perfeito para essa transformação da <strong>natureza em cultura</strong>. O <strong>trabalho atuou como o principal catalisador para o amadurecimento e a superação da &#8220;vida provisória&#8221;</strong>, um estado típico do arquétipo <em>puer aeternus</em> que ele inicialmente parecia habitar como um &#8220;<em>filho despreocupado&#8221;</em>&#8230; mas Kang Tae-poong conseguiu se transformar e se tornar num verdadeiro <strong>homem de anima integrada.</strong></p>



<p class="has-text-hover-2-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-7e1d562e5e948d94a7f95cd1cc7f1dd6"><strong>Que possamos ter mais Kang Tae-poongs por aí como exemplo de Ser Humano!</strong></p>



<p><em>Obs.: todas as fotos foram retiradas do google imagens</em> <em>ou gemini</em>.</p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O meu primeiro plano de carreira: já parou para pensar na sua estratégia de vida?</title>
		<link>https://alinefspsicologia.com.br/o-meu-primeiro-plano-de-carreira-ja-parou-para-pensar-na-sua-estrategia-de-vida/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-meu-primeiro-plano-de-carreira-ja-parou-para-pensar-na-sua-estrategia-de-vida</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[aline]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Mar 2025 20:40:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[administração]]></category>
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					<description><![CDATA[Em jan. de 2009 eu estava cursando uma pós-graduação na área de Gestão de Negócios, ou seja, na minha “primeira vida profissional”. Eu não estava muito feliz com esse curso,&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em jan. de 2009 eu estava cursando uma pós-graduação na área de Gestão de Negócios, ou seja, na minha “primeira vida profissional”. Eu não estava muito feliz com esse curso, apesar de ser uma ótima escola. Mas não era o que minha Alma pedia, entende? Era preciso estar no ritmo dos estudos e este foi o que mais parecia fazer sentido naquela época. Afinal, eu me formei em Administração em 2004, então queria estar mais atualizada. Por isso, fui. </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/ficarondeesta.jpg-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-28266" style="width:264px;height:auto" srcset="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/ficarondeesta.jpg-1024x1024.jpg 1024w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/ficarondeesta.jpg-300x300.jpg 300w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/ficarondeesta.jpg-150x150.jpg 150w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/ficarondeesta.jpg-768x768.jpg 768w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/ficarondeesta.jpg-370x370.jpg 370w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/ficarondeesta.jpg-120x120.jpg 120w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/ficarondeesta.jpg-840x840.jpg 840w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/ficarondeesta.jpg-410x410.jpg 410w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/ficarondeesta.jpg.jpg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</div>

<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/fazerumareflexao.jpg-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-28267" style="width:262px;height:auto" srcset="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/fazerumareflexao.jpg-1024x1024.jpg 1024w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/fazerumareflexao.jpg-300x300.jpg 300w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/fazerumareflexao.jpg-150x150.jpg 150w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/fazerumareflexao.jpg-768x768.jpg 768w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/fazerumareflexao.jpg-370x370.jpg 370w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/fazerumareflexao.jpg-120x120.jpg 120w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/fazerumareflexao.jpg-840x840.jpg 840w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/fazerumareflexao.jpg-410x410.jpg 410w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/fazerumareflexao.jpg.jpg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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<p>Porém, “no meio do caminho, [graças a Deus], tinha uma pedra” e foi a surpresa do curso. De todas as disciplinas uma me salvou: <strong>Gestão de Carreiras</strong>. O mais engraçado é que era a disciplina que os outros alunos pareciam dar menos importância. Mas num curso de estratégia e finanças, geralmente, o foco é o lucro material mesmo e está tudo bem! Eu é que estava em outro momento. No entanto, esta disciplina mudou o rumo da minha vida e muda até hoje! Eu já indiquei o que aprendi para várias pessoas, e isso ajuda a identificar um norte, em diversos aspectos: físico, mental, educacional, social, familiar, espiritual e, enfim, profissional.</p>


<div class="wp-block-image wp-duotone-unset-2">
<figure class="alignleft size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/tempoededicar-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-28268" style="width:260px;height:auto" srcset="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/tempoededicar-1024x1024.jpg 1024w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/tempoededicar-300x300.jpg 300w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/tempoededicar-150x150.jpg 150w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/tempoededicar-768x768.jpg 768w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/tempoededicar-370x370.jpg 370w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/tempoededicar-120x120.jpg 120w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/tempoededicar-840x840.jpg 840w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/tempoededicar-410x410.jpg 410w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/tempoededicar.jpg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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<p class="has-text-align-left">Esse ano de 2009 foi um divisor de águas para mim, porque aconteceram coisas que impactaram a minha vida de imediato a curto, médio e longo prazo. Veja que o fato de eu aprender a pensar estrategicamente sobre a minha vida, possibilitou-me a estar hoje na “segunda vida profissional” a psicologia. <strong>Só que nem tudo é tão óbvio e simples. </strong>Você precisa se esforçar, se dedicar, abrir mão de várias coisas para poder <strong>encontrar o seu tesouro, que para mim é aquilo que dá sentido à vida!</strong> E em 2009 eu não pensava em ser psicóloga! Só fui descobrir isso 5 anos depois por conta do caminho que comecei a trilhar.</p>



<p><strong>Quero compartilhar três coisas que escrevi e desejei neste plano de ação e carreira que me aconteceram.</strong></p>



<p><strong>A 1ª foi:</strong> eu havia planejado (escrevi isso sim) ser promovida onde estava e queria mudar de cargo/área. Resultado: 6 meses depois de desejar isso e me dedicar, eu fui convidada a mudar de área;</p>



<p><strong>A 2ª foi:</strong> pasmem, 01 ano depois eu consegui ser promovida ao cargo que eu almejava ocupar como Analista de RH. Foi muito legal! Eu me dediquei tanto ao cargo de Analista de RH que descobri que queria fazer Psicologia. Ali, eu identifiquei esse desejo. E então, <strong>foi aí que iniciou a minha mudança de carreira definitiva, </strong>em 2013. Digamos assim: foi aí que o problema começou (risos).</p>



<p><strong>A 3ª foi</strong>: 10 anos depois, eu consegui fazer o mestrado que eu planejei em 2009&#8230;, ou melhor, foi em outra área, agora de Psicologia, mas eu realizei o sonho de escrever uma dissertação. Além disso, estava próxima a minha formatura de Psicologia. E o tema do meu mestrado foi decidido exatamente por conta de uma experiência ocorrida em 2009. Mas isso é outra história que conto na introdução de minha dissertação.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/dica1-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-28269" style="width:223px;height:auto" srcset="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/dica1-1024x1024.jpg 1024w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/dica1-300x300.jpg 300w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/dica1-150x150.jpg 150w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/dica1-768x768.jpg 768w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/dica1-370x370.jpg 370w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/dica1-120x120.jpg 120w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/dica1-840x840.jpg 840w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/dica1-410x410.jpg 410w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/dica1.jpg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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<p class="has-text-align-left">Por isso, quis escrever um pedaço da minha história de vida profissional, para que as pessoas <strong>procurem se debruçar sobre si mesmas e tirem um tempo para se dedicarem a ouvir a Sua Alma. </strong>Isso é possível! Dá trabalho? Sim e muito. Mas é um processo que te leva, consequentemente, <strong>ao autoconhecimento. </strong>Comece a se indagar: <strong>o que eu mais desejo? O que quero conquistar? Qual sentido quero dar para minha vida como um todo? </strong>Não espere a tristeza, desânimo ou estresse baterem a sua porta.</p>



<p class="has-text-align-left">Me siga no<a href="https://www.instagram.com/alinefspsicologia/" data-type="link" data-id="https://www.instagram.com/alinefspsicologia/"> <strong>Instagram</strong></a> que estou fazendo posts semanais sobre como elaborar o seu plano de carreira, no <em><strong>“Minuto da Profissão”: #Dica1; #Dica2, etc.</strong> </em></p>



<p class="has-text-align-left"></p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Você conhece “O conto de Natal” de Charles Dickens?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[aline]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Dec 2024 15:38:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[Charles Dickens]]></category>
		<category><![CDATA[Christmas Carol]]></category>
		<category><![CDATA[Consciente x Inconsciente]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Jung]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Processo de individuação]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Analítica]]></category>
		<category><![CDATA[Sonhos]]></category>
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					<description><![CDATA[individuação’ de E. Scrooge: uma interpretação Junguiana, do conto a Christmas Carol, de C. Dickens.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="496" height="329" src="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/12/blog1.jpg" alt="" class="wp-image-28250" srcset="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/12/blog1.jpg 496w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/12/blog1-300x199.jpg 300w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/12/blog1-370x245.jpg 370w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/12/blog1-410x272.jpg 410w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 496px" /></figure>
</div>

<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="443" src="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/12/blog-2.jpg" alt="" class="wp-image-28251" srcset="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/12/blog-2.jpg 300w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/12/blog-2-203x300.jpg 203w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-left has-text-dark-color has-text-color has-link-color wp-elements-c159eba7b9f94f8efc58f720765d148e">        No período de 2020 a 2022 tive a grata oportunidade de fazer uma análise do personagem principal deste conto, na dissertação de mestrado, apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciência da Religião, da UFJF, no intuito de compreender o que movera aquele ser mesquinho a uma transformação tão auspiciosa? Conheci essa história em 2009, quando assisti ao filme: “Os fantasmas de Scrooge”. </p>



<p class="has-text-align-left has-text-dark-color has-text-color has-link-color wp-elements-23e879d790cc29a5d6874c89b3b46491">        Naquela época, ainda não se configurava na minha consciência uma possibilidade de ampliação futura desta obra; mas como nos referencia a Psicologia Analítica de Carl Gustav Jung, a ideia estava sendo maturada pelas vias arquetípicas do inconsciente. Então, somente onze anos mais tarde, especificamente, em julho de 2020 a ideia tomou sua forma preliminar em minha mente. Ali, houve uma grande vontade de conhecer a fundo tudo que se relacionava a este conto: desde seu autor, até o contexto, no qual a obra se inserisse.</p>



<p class="has-text-dark-color has-text-color has-link-color wp-elements-3b9e95f1f8da3c99d0961b4e9f89a36a">        Eis como surgiu o problema a ser desvelado: ao pesquisar sobre o conto, em análise, <em>A Christmas Carol</em>, inicialmente, intentava-se descobrir como o personagem Ebenezer Scrooge havia se transformado em um ‘novo homem’, no dia de Natal. O que seria esse fenômeno? Pois, se no dia 24 de dezembro de 1843, o Sr. Scrooge era um misantropo, como no dia 25 de dezembro ele poderia ter se tornado um formidável cavalheiro? Por isso, aventou-se a hipótese de que sua transformação radical se dera por conta do seu <em>processo de individuação</em> (Jung), em suma, que o personagem passara por um processo de “realizar-se a si mesmo” (JUNG, A natureza da psique, §432). Dessa forma, verificar-se-á o caminho proposto por Jung, como ‘etapas’ para a individuação, que poderiam ser identificadas na referida obra. E, a primeira pista a esse respeito é a personalidade do personagem-central.      </p>



<div class="wp-block-cover"><span aria-hidden="true" class="wp-block-cover__background has-background-dim"></span><img loading="lazy" decoding="async" width="814" height="801" class="wp-block-cover__image-background wp-image-28252" alt="" src="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/12/blog-3.jpg" data-object-fit="cover" srcset="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/12/blog-3.jpg 814w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/12/blog-3-300x295.jpg 300w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/12/blog-3-768x756.jpg 768w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/12/blog-3-370x364.jpg 370w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/12/blog-3-410x403.jpg 410w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /><div class="wp-block-cover__inner-container is-layout-flow wp-block-cover-is-layout-flow">
<p class="has-text-align-center has-large-font-size">Sombra</p>
</div></div>



<p class="has-text-dark-color has-text-color has-link-color wp-elements-be46af569f3aefc30ed3d6e968b9ceb9">        Scrooge estava tomado pela sua sombra, seu lado mais obscuro dominara-lhe, e não se preocupava no trato do outro. Todas as suas falas são palavras que maltratam o próximo, a quem quer que seja, inclusive seu sobrinho — único familiar que lhe restara. Scrooge mostrava, com toda sinceridade, o que pensava em relação a qualquer cidadão londrino. Para ele, a maior parte deles não servia para nada, principalmente, aqueles que estavam desempregados e fossem pobres; reflexo de sua projeção, como aprofundado ao longo da dissertação. Na sua opinião, deveriam ser mandados às casas de trabalhos-forçados ou deveriam estar nas prisões. Ele doava dinheiro a estas instituições e não a trabalhos de assistência social. Mas isso fora antes do encontro arquetípico com o personagem Jacob Marley. Esta é apenas uma pequena parte dessa história que é contada, no primeiro capítulo, através das palavras elaboradas pela psique da autora desta dissertação que eu convido você a ler. </p>



<p class="has-text-dark-color has-text-color has-link-color wp-elements-2256f0fd84cd043eaa3fcb3e50e89241">        Quer saber como este personagem se transformou nesta pessoa tão amável? Ficou se perguntando se isto é possível? Ou ainda, lembrou-se de alguém que parece com o Scrooge ou identificou-se com algum aspecto dele?</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/12/blog-4-1024x576.png" alt="" class="wp-image-28253" srcset="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/12/blog-4-1024x576.png 1024w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/12/blog-4-300x169.png 300w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/12/blog-4-768x432.png 768w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/12/blog-4-1536x864.png 1536w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/12/blog-4-370x208.png 370w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/12/blog-4-1290x725.png 1290w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/12/blog-4-840x473.png 840w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/12/blog-4-410x231.png 410w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/12/blog-4-270x152.png 270w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/12/blog-4.png 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="has-text-dark-color has-text-color has-link-color wp-elements-687abb248426a62938a476f863d33c4d">        Convido você a ler este conto, assistir a este filme que foi muito bem interpretado por Jim Carrey e depois, se ainda tiver interesse como se deu esse processo no campo psicológico, leia a dissertação: A &#8216;individuação&#8217; de <em>E. Scrooge</em>: uma interpretação Junguiana, do conto a <em>Christmas Carol, </em>de <em>C. Dickens</em>. </p>



<p class="has-text-dark-color has-text-color has-link-color wp-elements-bf6cdc9afd562acdd3cb1ad76cfabe76">        Muitas das nossas questões &#8220;scroogeanas&#8221; surgem no setting terapêutico no processo de análise junguiana. Desafio a todos a olharem para o Scrooge que há dentro de cada um de nós! Não devemos reprimir nossa SOMBRA e sim, olhar para ela, acolhê-la, para depois de refletir muito, transformá-la!        Acesse <a href="https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/13870" data-type="link" data-id="https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/13870">aqui </a>a dissertação completa! </p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Os contos na clínica junguiana</title>
		<link>https://alinefspsicologia.com.br/os-contos-na-clinica-junguiana/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=os-contos-na-clinica-junguiana</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[aline]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Apr 2024 23:55:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[Consciente x Inconsciente]]></category>
		<category><![CDATA[Jung]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Analítica]]></category>
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					<description><![CDATA[<strong>A vaca nos contos de fadas: a vaquinha da terra</strong>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-post-excerpt"><p class="wp-block-post-excerpt__excerpt">A vaca nos contos de fadas: a vaquinha da terra</p><p class="wp-block-post-excerpt__more-text"><a class="wp-block-post-excerpt__more-link" href="https://alinefspsicologia.com.br/os-contos-na-clinica-junguiana/"><a href="https://books.google.com.br/books?id=eF0fDgAAQBAJ&amp;pg=PT31&amp;dq=a+vaquinha+da+terra&amp;hl=pt-BR&amp;newbks=1&amp;newbks_redir=0&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwjnu734ouiFAxW1H7kGHaR4B4MQ6AF6BAgOEAI#v=onepage&amp;q=a%20vaquinha%20da%20terra&amp;f=false">O animal como símbolo nos sonhos, mitos e contos de fadas &#8211; Helen I. Bachmann &#8211; Google Livros</a></a></p></div>

<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/vaca-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-28237" style="width:233px;height:auto" srcset="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/vaca-1024x1024.jpg 1024w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/vaca-300x300.jpg 300w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/vaca-150x150.jpg 150w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/vaca-768x768.jpg 768w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/vaca-370x370.jpg 370w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/vaca-120x120.jpg 120w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/vaca-840x840.jpg 840w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/vaca-410x410.jpg 410w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/vaca.jpg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</div>


<p>A leitura deste momento está sendo o livro de Helen Bachmann. Uma excelente leitura para quem quer se aproximar do universo de sonhos, mitos e contos <strong>com animais.</strong> A dica de hoje <strong>será um conto</strong>, deste livro sobre <strong><em>a vaquinha da terra</em></strong>, de <strong><em>Martin Montanus</em></strong>, de 1559, que vale a pena ser lido. Afinal, os contos também fazem parte do imaginário. Quem não gosta de uma boa história?</p>



<p class="has-text-dark-color has-bd-color-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-elements-666f179841260f58a3dca707b324fddd"><strong>Já ouviu aquele velho ditado: “a vaca foi pro brejo!” ou “a vaquinha caiu do precipício!” Essa história é bem parecida. Vamos ao resumo!</strong></p>



<p>“Um homem pobre e bom tinha uma esposa com quem teve duas filhinhas: a mais nova chamava-se Margaretinha e a mais velha, Aninha. Antes que as criancinhas tivessem crescido, a mãe morreu, e por isso o homem tomou outra esposa. Ora, essa mulher tinha inveja da Margaretinha e desejava muito a sua morte. No entanto, matá-la pessoalmente não lhe parecia uma boa ideia. Assim, atraiu para si com artimanhas a menininha mais velha, a fim de que esta lhe fosse leal e se tornasse inimiga da irmã”.</p>



<p>Essa mulher vai se juntar a filha mais velha e irá tentar se livrar três vezes de Margaretinha nos passeios à floresta profunda e escura. Nas duas primeiras tentativas elas falham. Afinal de contas, Margaretinha escuta escondida o plano macabro da madrasta e irmã; e busca ajuda com sua madrinha de batismo, que lhe ensina como escapar da armadilha delas.</p>



<p>Todavia, na terceira tentativa Margaretinha se perde delas na floresta e não consegue retornar ao seu lar ficando presa naquele lugar, sozinha. Quando ela já havia praticamente perdido a esperança de sobreviver, ela tem uma ideia: sobe numa árvore para avistar um povoado, uma cidade, algo que a ajude sair daquela situação.</p>



<p>E eis que ela vê uma fumacinha saindo ao longe e pensa: “ali há de ter alguém!” Era a casinha da <strong>vaquinha da terra</strong>. Ali ela vai passar um tempo com essa vaquinha que irá cuidar dela, com a promessa de não revelar o segredo da vaquinha mágica!</p>



<p>Ela teria leite e roupas finas, desde que ordenhasse a vaquinha ao amanhecer e anoitecer! E guardasse seu segredo. Porém, um tempo depois, sua irmã mais nova volta à floresta ‘arrependida’ pelo que fez, e vai à procura de Margaretinha e a encontra.</p>



<p><strong>Pois bem</strong>: O que você acha que aconteceu? Margaretinha cumpriu sua promessa? Será que a vaquinha de Margaretinha foi para o brejo?</p>



<p class="has-text-dark-color has-bd-color-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-elements-2088500e805e31f042bd07880be6b818"><strong>Final da história:</strong></p>



<p>Margaretinha confia na sua irmã mais nova e acaba perdendo a vaquinha. Como a sua irmã Aninha estava ‘arrependida’ e lhe pediu perdão, ela se sensibiliza e acredita na ‘falsa resignação da irmã’, e acaba contando o segredo da vaquinha, pois não consegue segurar somente para si, já que era muito tagarela. Por que afinal de contas, de onde saíra aqueles belos vestidos de seda e como ela estava tão saudável naquele lugar tão distante?</p>



<p>Então, a irmã Aninha retorna para a casa e conta tudo à madrasta que planeja ir até lá para matar e comer a vaquinha.</p>



<p>A vaquinha sabia de tudo e prepara Margaretinha: “elas irão me abater e a ti irão submeter a tratamento pior”. A menina ficou muito mal e triste por ter contado o segredo da vaquinha. Mesmo assim, a vaquinha ainda a consola:</p>



<p>“Veja bem, o que está feito, está feito. Quando o açougueiro me abater, fica por perto e chora! Quando ele te perguntar o que queres diz: quero muito o rabo, o chifre e os cascos da minha vaquinha da terra&#8230; Depois, enterra o rabo na terra, sobre o rabo o chifre e sobre o chifre os cascos e não te afastes até o terceiro dia”.</p>



<p>No terceiro dia nascerá uma linda árvore que dará as mais belas e deliciosas maçãs. E esta árvore lhe fará uma mulher forte e poderosa. E somente você conseguirá apanhar estes frutos!</p>



<p>Mais tarde, um senhor poderoso passou por aquelas terras com seu filho adoentado. E quando ele viu aquelas belas maçãs quis comê-las. O senhor ordenou que levassem as maçãs ao filho, pois pagaria muito bem. Só que a irmã mais velha Aninha, não alcançava as maçãs, ou melhor: não podia! Nem sua madrasta conseguia! Apenas Margaretinha conseguiu. O senhor ficou tão admirado que a considerava uma mulher santa! E queria saber como conseguira tal proeza. Margaretinha conta toda a sua história ao senhor, inclusive o que sua irmã e madrasta fizeram com ela.</p>



<p>Ele então, a convida para ir embora dali. Margaretinha nem pestaneja. Aceita na hora e ainda leva consigo a sua árvore e seu pai, deixando para trás as mulheres malévolas de sua vida.</p>



<p class="has-text-dark-color has-bd-color-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-elements-582dd6c3737a8e12aff2f768bed50584"><strong>Vamos a uma breve compreensão deste conto em seu viés psicológico, segundo Bachmann: a ampliação da teoria de Jung</strong></p>



<p>Este conto de magia nos apresenta a história de uma menina pobre e sem iniciativa, que se deixava maltratar e depois se transforma numa mulher grande e poderosa.</p>



<p>O conto inicia com a história de carência – a morte da mãe. O pai logo se casa com outra mulher e parece que não há tempo para o luto. Margaretinha sofre profundamente esta falta e isto influencia no seu desenvolvimento. Também é possível imaginar que como era a filha mais nova, deveria ser uma menina mais mimada, e estivesse distante da realidade da vida. Diferente da irmã mais velha que se aproxima facilmente da madrasta.</p>



<p>Ela lida com figuras negativas – irmã mais velha, madrasta (a inveja e a cobiça) e o pai (inútil); mas também, figuras mágicas – a vaquinha da terra e, depois de seu abate, suas partes que se transformam numa bela macieira que só Margaretinha era capaz de colher. Sua madrinha lhe dá os conselhos que obtém sucesso em duas vezes, mas na terceira ela sabe que a menina precisava aprender a lidar com autonomia. Bachamann cita que a menina tinha “um déficit de desenvolvimento”.</p>



<p>A madrinha sabe que ela precisa passar pela necessidades para poder crescer, sendo a “figura de ligação entre o real e o irreal” – mundo exterior e mundo interior – mundo mágico e simbólico. Dessa forma a vaquinha representa a maternidade positiva após a menina passar pelo profundo desamparo naquela floresta imensa e profunda (inconsciente). Como estava “sob pressão da emoção mais intensa, de medo pela sua vida” tem a ideia de subir numa árvore para encontrar uma saída. Logo, a necessidade nos faz mover. O conflito e a dor nos movimentam!</p>



<p>Na casa da vaquinha ela teve a oportunidade de se desenvolver, crescer e portanto aceitar receber ajuda e Florescer! Esse período de regressão não duraria para sempre. Após o amadurecimento da menina e seu fortalecimento, ela está pronta para voltar ao mundo externo e por isso, desobedece a vaquinha. Revela o segredo, ou seja, quebra a regra! Torna-se autônoma, livre.</p>



<p>Mas por conta da falsidade de sua irmã a vaquinha morre. No entanto, aquelas partes que, geralmente são descartadas no abate representam os valores especiais que a vaquinha da terra lhe deixou. Ela já não é mais aquela menininha boba e ingênua que aceita tudo. Ela se torna um símbolo de potência através da macieira. Segundo Carl Gustav Jung, o símbolo do Si-mesmo!</p>



<p>A história completa e a interpretação da autora estão disponíveis no livro. Recomendo a leitura!</p>
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		<title>Livros para iniciar na Psicologia Analítica de Carl Gustav Jung: o caminho de alinefspsicologia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[aline]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Apr 2024 14:32:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas e curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Consciente x Inconsciente]]></category>
		<category><![CDATA[Jung]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Analítica]]></category>
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<p></p>



<p>Uma forma honesta de apresentar este caminho é mostrar como foi a minha própria trajetória na descoberta de Carl Gustav Jung. O <strong>meu primeiro contato</strong> com a ideia da teoria de Jung foi em meados de 2012, quando ainda nem sonhava em fazer Psicologia. Como se diz: “<em>era uma outra vida!” </em>A vida é muito engraçada! ‘Parece’ que Deus lança uma semente e cabe a nós semeá-la ou não. Quer dizer, escolher esse ou aquele caminho?</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="245" height="357" src="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/refletindo-a-Alma.jpg" alt="" class="wp-image-28229" style="width:128px;height:auto" srcset="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/refletindo-a-Alma.jpg 245w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/refletindo-a-Alma-206x300.jpg 206w" sizes="(max-width: 245px) 100vw, 245px" /></figure>
</div>


<p>Foi quando eu frequentava o Grupo da Fraternidade Espírita Irmã Scheilla, em Belo Horizonte, que um livro se destacou em meio aquela magnífica biblioteca: <strong><em>Refletindo a Alma – A psicologia espírita de Joanna de Ângelis(2011).</em></strong> Este livro foi escrito por um grupo de especialistas do núcleo de estudos psicológicos Joanna de Ângelis, na Mansão do Caminho, bem como, também conta com a psicografia do estimado Divaldo Franco pelo espírito Joanna de Ângelis. É um livro maravilhoso! E na segunda parte, onde consta os fundamentos teóricos da obra, fui apresentada, <strong><em>brevemente</em>, à ‘Freud’ por Marlon Reikdal e à ‘Jung’ por Iris Sinot</strong>, ambos os autores são terapeutas junguianos. Só que naquela época, eu não entendia muito bem o significado daquele momento. Fiquei encantada, mexida e remexida, e como se diz: <strong>“<em>foi lançada a semente</em>!”</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="208" height="375" src="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Jung-vida-e-obra.jpg" alt="" class="wp-image-28225" style="width:135px;height:auto" srcset="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Jung-vida-e-obra.jpg 208w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Jung-vida-e-obra-166x300.jpg 166w" sizes="(max-width: 208px) 100vw, 208px" /></figure>
</div>


<p>Somente seis anos depois, em 2018 quando já cursava o segundo ano da faculdade de psicologia é que tive o <strong>segundo encontro</strong> com a teoria de Carl Gustav Jung. Foi numa aula de Teoria da Personalidade. Ali, eu me recordei daquele primeiro livro (Refletindo a Alma) e agora eu teria a chance de compreender tais conceitos. <strong><em>Assistimos ao filme, Nise: o coração da loucura (2015) e também ao filme: Um método perigoso (2011) </em></strong>Eu fiquei tão impactada que fui atrás de mais recursos e encontrei o livro <strong><em>Jung – Vida e Obra. Nise da Silveira (1968)</em></strong><em>.</em></p>



<p>Esta foi uma forma de conhecer os conceitos gerais da Psicologia Analítica de Carl Gustav Jung, através médica psiquiatra brasileira que deixou sua marca na história da saúde psíquica. Nise teve a grata oportunidade de se corresponder com Jung, apresentando o seu trabalho e ser a pioneira no Brasil da terapia ocupacional no Centro Psiquiátrico Nacional Pedro II. Todavia, como a própria Nise deixa em seus registros,</p>



<p class="has-bg-color-color has-text-dark-background-color has-text-color has-background has-link-color has-medium-font-size wp-elements-ebb36253b690cd5614fbedac579ab107">este livro “<strong><em>é apenas um mapa de bolso, um itinerário de estudo.</em></strong><em>”</em></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="532" src="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/01/bussola-da-vista-superior-no-topo-do-mapa-do-mundo.jpg" alt="" class="wp-image-28137" style="width:214px;height:auto" srcset="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/01/bussola-da-vista-superior-no-topo-do-mapa-do-mundo.jpg 1000w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/01/bussola-da-vista-superior-no-topo-do-mapa-do-mundo-300x160.jpg 300w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/01/bussola-da-vista-superior-no-topo-do-mapa-do-mundo-768x409.jpg 768w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/01/bussola-da-vista-superior-no-topo-do-mapa-do-mundo-370x197.jpg 370w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/01/bussola-da-vista-superior-no-topo-do-mapa-do-mundo-840x447.jpg 840w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/01/bussola-da-vista-superior-no-topo-do-mapa-do-mundo-410x218.jpg 410w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>
</div>


<p>Eu que, até então, estava na faculdade de psicologia por conta de querer aprimorar meus conhecimentos organizacionais, fiquei tão impactada que mudei a direção do percurso, ajustei a bússola mais ao norte e fui, mentalmente, para as terras suíças. A partir de então tive outros professores e busquei grupos de estudos (Uniacademia), congressos e passei pela psicoterapia de abordagem junguiana. Nesse ínterim, conheci outras obras em que pude, aos poucos, ir me aprofundando neste conhecimento.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="240" height="350" src="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/o-homem-e-seus-simbolos.jpg" alt="" class="wp-image-28227" style="width:129px;height:auto" srcset="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/o-homem-e-seus-simbolos.jpg 240w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/o-homem-e-seus-simbolos-206x300.jpg 206w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /></figure>
</div>


<p><strong><em>O homem e seus símbolos(1964). </em></strong>Este livro foi indicado pelo prof. Paulo no grupo de estudos junguianos da Uniacademia. Sobre o livro: concepção e organização de C. G. Jung; Dr.ª Marie Louise von Franz; Dr.JosephL. Henderson; Sr.ª Aniela Jaffé; Dra. Jolande Jacobi. Último livro que Jung realizou antes de falecer. A ideia básica para elaboração deste livro foi a ‘popularização’ da obra de Jung à leigos que veio através de um sonho:</p>



<p class="has-text-dark-color has-text-color has-link-color wp-elements-4f0eec25128be49f2c06afd14df3cd3a">&#8220;<strong><em>Sonhou que, em lugar de sentar-se no seu escritório para falar a ilustres médicos e psiquiatras do mundo inteiro que costumavam procurá-lo, estava de pé num local público dirigindo-se a uma multidão de pessoas que o ouviam com extasiada atenção e que compreendiam o que ele dizia..</em></strong>.” (John Freeman)</p>



<p>Outro detalhe é uma entrevista que Jung deu à John Freeman, em sua própria casa na Suíça, disponível: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=jkH8KkFKbqU" data-type="link" data-id="https://www.youtube.com/watch?v=jkH8KkFKbqU">https://www.youtube.com/watch?v=jkH8KkFKbqU</a></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="232" height="332" src="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/o-mapa-da-alma.jpg" alt="" class="wp-image-28228" style="width:120px;height:auto" srcset="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/o-mapa-da-alma.jpg 232w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/o-mapa-da-alma-210x300.jpg 210w" sizes="(max-width: 232px) 100vw, 232px" /></figure>
</div>


<p>Outro livro também que foi trabalhado no mesmo grupo de estudos junguianos &#8211; <strong><em>Jung: O mapa da Alma: uma introdução, Murray Stein (2000). Um livro também excelente que sintetiza os conceitos de Jung. </em></strong>Inclusive este autor tem vários livros sobre o tema e até hoje ainda faz palestras e leciona treinamentos na Escola Internacional de Psicologia Analítica, em Zurique/Suíça: <a href="https://www.murraystein.com/wp/" data-type="link" data-id="https://www.murraystein.com/wp/">https://www.murraystein.com/wp/</a> </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="239" height="360" src="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/frieda-fordham.jpg" alt="" class="wp-image-28224" style="width:121px;height:auto" srcset="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/frieda-fordham.jpg 239w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/frieda-fordham-199x300.jpg 199w" sizes="(max-width: 239px) 100vw, 239px" /></figure>
</div>


<p>Assim que fui estudando e me aprofundando nos estudos da psicologia analítica, em seguida iniciei meu processo psicoterápico procurando um psicólogo que utilizasse essa abordagem. O que foi essencial para o aprendizado. Nessa época, meu psicólogo me emprestou um livro sobre Jung que também ajudou muito a ampliar o entendimento de sua teoria<strong><em>. “Introdução à Psicologia de Jung (1953) Frieda Fordham. </em></strong>Conforme dito por Jung<strong><em> “deu-nos uma exposição simples e exata dos principais aspectos da minha obra psicológica.” </em></strong>Como não ler? Quase não vi referências desta autora, por onde passei, em minha trajetória junguiana, mas ela foi uma intérprete autorizada pelo próprio Jung, conforme consta na apresentação do livro.  </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="237" height="348" src="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/memorias-sonhos-e-reflexoes.jpg" alt="" class="wp-image-28226" style="width:157px;height:auto" srcset="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/memorias-sonhos-e-reflexoes.jpg 237w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/memorias-sonhos-e-reflexoes-204x300.jpg 204w" sizes="(max-width: 237px) 100vw, 237px" /></figure>
</div>


<p>Por fim, o destaque é a sua autobiografia: <strong><em>Memórias, sonhos e reflexões (1961). </em></strong>Um excelente livro que traz pensamentos profundos acerca de Jung na vivência de sua própria teoria. Um livro fantástico. Ele traz trechos da sua infância quando já se deparava com esse desconhecido que também nos rodeia e muitas vezes ignoramos. Inclusive, ele começa assim: “<strong><em>Minha vida é a história de um inconsciente que se realizou.”</em></strong> Vários aspectos ocorridos ao longo de sua vida, desde a época difícil da escola até suas grandes viagens aos outros continentes. Indico fortemente!</p>



<p>Fui percebendo que com a psicologia analítica de Jung era assim: <strong><em>quanto mais eu lia, mais dúvidas surgiam</em></strong>&#8230; e ainda surgem! <strong><em>Porém, é uma teoria que se você se identifica, faz sentido</em></strong><em>!</em> É uma teoria que me encanta e vai ao encontro de muitas coisas que acredito e vivencio, por exemplo, através da experiência onírica. O mundo simbólico é algo que quando se abre espaço, muitas coisas começam a fazer sentido. Você não tem como explicar racionalmente, mas você sente! E muitas vezes isso vem através do campo das artes, do desenho, da pintura, das fantasias, da imaginação, dos sonhos e, é claro, da fala!</p>



<p>            Esses foram alguns dos primeiros livros onde pude conhecer um pouco de Jung, no início de minha jornada acadêmica. Eu indicaria todos eles para quem tem interesse de fazer um percurso junguiano. Mesmo que seja por curiosidade! Depois disso adentrei-me ao universo das <strong><em>Obras Completas</em></strong> e ainda estou inserida neste universo até o momento, <strong>sem data limite</strong>; além de outras obras/autores(a) que escreveram sobre Jung, por ex.: <strong><em>Jolande Jacobi e Marie-Louise von Franz</em></strong>. Espero poder postar aqui mais dicas de cada obra deste estudioso que deixou sua marca na história da psicologia de forma <strong>fantástica e simbólica</strong>!</p>
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		<title>Você Sonha?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[aline]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Apr 2024 21:36:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Atividade cerebral]]></category>
		<category><![CDATA[Consciente x Inconsciente]]></category>
		<category><![CDATA[Estágios do Sono]]></category>
		<category><![CDATA[Jung]]></category>
		<category><![CDATA[REM]]></category>
		<category><![CDATA[Sonhos]]></category>
		<category><![CDATA[Sono]]></category>
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					<description><![CDATA[<br><strong>A resposta é: todos sonham! A grande questão é: Por que muitas pessoas não se lembram dos seus sonhos?</strong>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="has-link-color wp-elements-14d10e7b64e1f07ef4a4d9a678f81e1a wp-block-post-excerpt has-text-color has-text-dark-color has-background has-pale-ocean-gradient-background has-medium-font-size"><p class="wp-block-post-excerpt__excerpt">A resposta é: todos sonham! A grande questão é: Por que muitas pessoas não se lembram dos seus sonhos?</p><p class="wp-block-post-excerpt__more-text"><a class="wp-block-post-excerpt__more-link" href="https://alinefspsicologia.com.br/voce-sonha/"><a href="https://www.instagram.com/p/C5mJabDPSRo/">@alinefspsicologia </a></a></p></div>


<p class="has-text-dark-color has-text-color has-link-color wp-elements-23168a3526ac5c3916b27afbf22cd390">O sonho faz parte do sono. Algo que é necessário à saúde de todos.</p>



<p class="has-text-dark-color has-text-color has-link-color wp-elements-de6faa4261bc3a734787d308be80f467">Dormir é: <em>“um estado do cérebro e do corpo em que a consciência fica ausente ou severamente reduzida, mas a atividade cerebral permanece” (Amthor, F; Ph.D; 2017). Ou seja, é um processo de regulação fisiológica, imprescindível à humanidade.</em></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/dormir.jpg-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-28214" style="width:220px;height:auto" srcset="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/dormir.jpg-1024x1024.jpg 1024w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/dormir.jpg-300x300.jpg 300w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/dormir.jpg-150x150.jpg 150w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/dormir.jpg-768x768.jpg 768w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/dormir.jpg-370x370.jpg 370w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/dormir.jpg-120x120.jpg 120w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/dormir.jpg-840x840.jpg 840w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/dormir.jpg-410x410.jpg 410w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/dormir.jpg.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-dark-color has-text-color has-link-color wp-elements-838aeed884e6e3e034658f074effc8b0">Porém, um dos grandes problemas atuais no mundo é: <strong>as pessoas estão dormindo mal</strong>! <strong>Se não dorme, como sonha? </strong>Pois é, se você der um google sobre a qualidade do sono irão surgir várias pesquisas de institutos que apontam que boa parte dos brasileiros estão dormindo muito mal (<em><a href="https://abmsono.org/">https://abmsono.org/</a></em>; <a href="https://institutodosono.com/artigos/"><em>https://institutodosono.com/artigos/</em></a>). Até mesmo o senado está preocupado com o seu sono “<em><a href="https://www12.senado.leg.br/institucional/sis/noticias-comum/higiene-do-sono-saiba-o-que-e-e-como-ela-pode-melhorar-a-sua-vida#:~:text=%E2%80%93%20A%20higiene%20do%20sono%20funciona,um%20rem%C3%A9dio%20para%20dormir%20%E2%80%94%20lamenta.">Higiene do sono: saiba o que é e como ela pode melhorar a sua vida — Portal Institucional do Senado Federal</a></em>”. E a coisa é séria porque impacta diretamente na saúde física e psíquica.</p>



<div class="wp-block-cover has-custom-content-position is-position-top-right" style="min-height:505px;aspect-ratio:unset;"><span aria-hidden="true" class="wp-block-cover__background has-background-dim"></span><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" class="wp-block-cover__image-background wp-image-28219" alt="" src="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/porta-do-sonho-1024x1024.jpg" data-object-fit="cover" srcset="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/porta-do-sonho-1024x1024.jpg 1024w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/porta-do-sonho-300x300.jpg 300w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/porta-do-sonho-150x150.jpg 150w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/porta-do-sonho-768x768.jpg 768w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/porta-do-sonho-370x370.jpg 370w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/porta-do-sonho-120x120.jpg 120w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/porta-do-sonho-840x840.jpg 840w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/porta-do-sonho-410x410.jpg 410w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/porta-do-sonho.jpg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><div class="wp-block-cover__inner-container is-layout-flow wp-block-cover-is-layout-flow">
<p class="has-text-align-center has-large-font-size"><strong>Mas e o sonho? Como fica? Aonde se encontra no sono?</strong></p>
</div></div>



<p class="has-text-align-center has-text-dark-color has-text-color has-link-color wp-elements-cf8fc49b867467d739c69321374d768d">Segundo pesquisador Amthor em seu livro “<em>Neurociência para leigos</em>”, tecnicamente falando, “<em>pouco é sabido sobre qualquer diferença na função das quatro fases do sono. O que os pesquisadores sabem é que o sono, que é induzido pelo ritmo ou ciclo circadiano, faz ciclos por vários estágios característicos, cada qual com suas propriedades únicas</em>.” Estas fases são divididas em REM (do inglês <em>rapid eye movement</em> – movimento rápido dos olhos) e NREM (estágios de 1 a 4). <strong>E é a fase REM que mais nos interessa porque é quando os sonhos mais ocorrem</strong> segundo os neurocientistas. E é nesta fase também que se solidifica o aprendizado que a pessoa teve durante o dia, quer dizer, a transformação da memória de curto prazo para longo prazo.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/fases-do-sono-2-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-28217" style="width:183px;height:auto" srcset="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/fases-do-sono-2-1024x1024.jpg 1024w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/fases-do-sono-2-300x300.jpg 300w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/fases-do-sono-2-150x150.jpg 150w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/fases-do-sono-2-768x768.jpg 768w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/fases-do-sono-2-370x370.jpg 370w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/fases-do-sono-2-120x120.jpg 120w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/fases-do-sono-2-840x840.jpg 840w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/fases-do-sono-2-410x410.jpg 410w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/fases-do-sono-2.jpg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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<p class="has-text-dark-color has-text-color has-link-color wp-elements-264c7f808ce5e235a1fd0714e74d6bac">“<em>Sonhos normalmente ocorrem durante o sono REM e são lembrados de modo mais vívido <strong>se a pessoa acordar durante ou logo depois do estágio REM</strong>. Sonhos envolvem imagens e sequências de eventos, como voar, que são literalmente “fantásticas” — ou seja, desobedecem a leis normais da física</em>” (Amthor).</p>



<p class="has-text-align-center has-text-dark-color has-pale-ocean-gradient-background has-text-color has-background has-link-color has-medium-font-size wp-elements-5d2e929cbc9e8f5cfd4630e85770e09f" style="letter-spacing:0px">Essa é a parte que eu mais aprecio, pois é aqui que encontramos a <strong>Psicologia Analítica de                            Carl Gustav Jung.</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/duracao-do-sono-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-28215" style="width:185px;height:auto" srcset="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/duracao-do-sono-1024x1024.jpg 1024w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/duracao-do-sono-300x300.jpg 300w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/duracao-do-sono-150x150.jpg 150w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/duracao-do-sono-768x768.jpg 768w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/duracao-do-sono-370x370.jpg 370w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/duracao-do-sono-120x120.jpg 120w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/duracao-do-sono-840x840.jpg 840w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/duracao-do-sono-410x410.jpg 410w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/duracao-do-sono.jpg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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<p class="has-text-dark-color has-text-color has-link-color wp-elements-807bec3a9427b4dec07778006cd7d5ac"><strong>Vai uma dica preciosa:</strong> Sabe quando você trabalha o dia todo e não consegue resolver um desafio? Pois é, <strong>experimente dar um tempo</strong>. Quando estiver pronto para dormir, programe-se para sonhar com a solução do seu desafio. O seu inconsciente trabalha sem cessar e esta instância poderá trazer à sua consciência, ao despertar, <strong>uma resposta através de uma representação simbólica.</strong> Você pode até dizer: “ah, mas isso é muito difícil”. E eu lhe digo que é complexo sim! Todavia, experimente dar voz ao seu inconsciente e verás que há muito a se descobrir e aprender sobre você mesmo.</p>



<p class="has-text-dark-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-e139758349602d8a01eed855bd53af50">Bons Sonhos!</p>
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		<title>Um convite à leitura: Carl Gustav Jung &#8211; O.C. vol.1 &#8211; Estudos psiquiátricos</title>
		<link>https://alinefspsicologia.com.br/um-convite-a-leitura-carl-gustav-jung-o-c-vol-1-estudos-psiquiatricos/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=um-convite-a-leitura-carl-gustav-jung-o-c-vol-1-estudos-psiquiatricos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[aline]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Apr 2024 16:05:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Consciente x Inconsciente]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos psiquiátricos]]></category>
		<category><![CDATA[Jung: Obras Completas]]></category>
		<category><![CDATA[Psiquiatria organicista x Psicologia subjetiva]]></category>
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					<description><![CDATA[O presente livro engloba alguns textos publicados por Jung no início de sua carreira (1902 a 1905), como médico psiquiatra. A dissertação “Sobre a psicologia e patologia dos fenômenos chamados&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-dark-color has-text-color has-link-color wp-elements-a793fb6b41f43e07fc7384b1e623cdad">           O presente livro engloba alguns textos publicados por Jung no início de sua carreira (1902 a 1905), como médico psiquiatra. A dissertação “Sobre a psicologia e patologia dos fenômenos chamados ocultos” (1902), já dava sinais de sua forma diferenciada de atuar com saúde psíquica. Assim como destacam os editores “a psiquiatria descritiva por si só não conseguiu satisfazer Jung”.</p>



<p class="has-text-dark-color has-text-color has-link-color wp-elements-1b394a9970156fec8fd64d01a6a92a92">            Por isso, os próximos volumes II e III das O.C. deram sequência na pesquisa que Jung fez na psicologia experimental. E as descobertas desta fase demonstraram uma “atitude científica e dinâmico-interpretativa”. Ele parte, inicialmente, do campo biológico, e mais à frente, sabe-se que sua base para a psicologia analítica será o campo simbólico (vol. 5 – Símbolos da Transformação) – um livro que será um divisor de águas, inclusive, no que tange sua amizade com Freud.</p>


<div class="wp-block-image is-style-rounded">
<figure class="alignleft size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="245" height="219" src="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/divisor-1.jpg" alt="" class="wp-image-28208" style="width:139px;height:auto"/></figure>
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<figure class="alignright size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="144" height="117" src="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/lamp.jpg" alt="" class="wp-image-28205"/></figure>
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<p class="has-text-align-center has-text-dark-color has-text-color has-link-color wp-elements-6299e49683ff6e7da36e4fa18134d6e9">Neste 1º vol. Jung aborda temas, que estudou na clínica psiquiátrica em Zurique (Suíça), influenciado por Eugen Bleuler; como por exemplo, casos de: histeria, sonambulismo, mediunidade, criptominésia, distimia maníaca, alguns casos sobre simulação de insanidade mental em casos de pessoas condenadas à prisão, ou seja, algo similar a uma psiquiatria forense.</p>



<p class="has-text-align-left has-text-dark-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-8af0aa27b440e6d8a9fa6cce3914477d">                   Um caso de destaque do livro é de uma jovem médium que foi observada por Jung durante sessões espíritas, referenciada por senhorita S.W. . Esta jovem cresceu num ambiente adverso, teve uma educação de base, mas nada que excedesse as expectativas.  Durante o período que Jung a observou, acompanhou diversos diálogos entre os participantes da sessão e a “personalidade sonambúlica ou semi-sonambúlica”. Esta jovem seria sua prima Helene Preiswerk, segundo relatos que constam no livro da biógrafa Deirdre Bair &#8211; Jung: uma biografia (2004), para quem quiser saber mais sobre essa outra história. (<a href="https://www.amazon.com.br/Jung-Uma-Biografia-Deirdre-Bair/dp/8525041866" data-type="link" data-id="https://www.amazon.com.br/Jung-Uma-Biografia-Deirdre-Bair/dp/8525041866">https://www.amazon.com.br/Jung-Uma-Biografia-Deirdre-Bair/dp/8525041866</a>)</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized is-style-rounded"><img loading="lazy" decoding="async" width="224" height="190" src="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/cabeca.jpg" alt="" class="wp-image-28206" style="width:221px;height:auto"/></figure>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p class="has-text-dark-color has-text-color has-link-color wp-elements-012680fdc8b35ed2788b1ba41356bdf4">                  Esse momento é essencial para o psiquiatra suíço, pois tanto nestas sessões com a sua prima quanto na clínica de Zurique, Jung teve a oportunidade de observar os fenômenos que até então não tinham uma explicação biológica.</p>



<p class="has-text-dark-color has-text-link-3-background-color has-text-color has-background has-link-color has-medium-font-size wp-elements-0983200f968ccfc179e2331cbe5ca09d"><em>Era como se Jung buscasse uma fundamentação científica para a Alma.</em></p>



<p class="has-text-dark-color has-text-color has-link-color wp-elements-11057ca6164d4bf9a479e70f6c0a9326">                  Por isso, o início é importante. Ele vai começar a perceber que seria necessário um movimento do campo da psiquiatria organicista (não considera questão psíquica &#8211; <em>o que trata os sintomas são os remédios</em>) para o campo do subjetivo (o que acontece no corpo pode ser reflexo &#8211; sintoma &#8211; do que se iniciou na Alma/Mente), aquele que se abriria para a escuta da dimensão simbólica.</p>



<p class="has-text-dark-color has-text-link-3-background-color has-text-color has-background has-link-color has-medium-font-size wp-elements-01f104c9b32d8f2e61d7666aea161b98">Jung percebeu em seus pacientes um apelo à transformação para a vida simbólica.</p>


<div class="wp-block-image is-style-rounded wp-duotone-midnight">
<figure class="alignleft size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="297" height="423" src="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/o-grito.jpg" alt="" class="wp-image-28209" srcset="https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/o-grito.jpg 297w, https://alinefspsicologia.com.br/wp-content/uploads/2024/04/o-grito-211x300.jpg 211w" sizes="(max-width: 297px) 100vw, 297px" /></figure>
</div></div></div>



<p class="has-text-align-left has-text-dark-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-3ac71931a8a7cbef982d6893a417fd19"></p>



<p class="has-text-align-left has-text-dark-color has-text-color has-link-color wp-elements-97bceeec592d56e449dd4110615ad66b"><em>“Pode-se dizer que nossa consciência está cheia desses intrusos quase estranhos cuja identidade é difícil provar. Cada dia entram centenas de associações no círculo iluminado da consciência; e nós perguntaremos em vão por maiores informações sobre sua origem. Devemos lembrar-nos sempre de que a consciência só é uma parte da psique. Talvez a maior parte dos elementos psíquicos seja inconsciente”</em> (Jung &#8211; O.C. vol.1,§171).</p>
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